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Colet?nea Monty Python

February 25th, 2008 | 1 Comentário | Postado em Blogs, Filmes

Uma colet?nea com mais de cem “epifanias” do grupo ingl?s, incluindo cenas cl?ssicas de Holy Grail, Life of Brian e The meaning of life.

Saiba mais sobre o grupo aqui.

Link pescado no QL.

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Crimes e Pecados… et plus

February 18th, 2008 | 2 Comentários | Postado em Filmes, Opinião

N?o tenho o menor problema em admitir: sou um f? inveterado de Woody Allen. Podem falar o que for: que ele ? ped?filo, imoral, fuj?o, canastr?o e (insira seu improp?rio aqui). Mas ao lado de Bergman – de quem Allen ? f? e por vezes procura explicitamente imitar – e Kieslowski, Allan Stewart K?nigsberg ? respons?vel por alguns dos momentos mais maravilhosos que passei ? frente das telas (grandes ou pequenas). Mas quero hoje relembrar uma das p?rolas de Allen: Crimes e Pecados. (Clique na capa para ler a ficha do filme).

crimesepecados

J? ? lugar comum falar sobre a dosagem meticulosa de humor, cr?tica e reflex?o com a qual Allen impregna seus filmes. Mas neste, tal alquimia atinge um grau ?mpar de lirismo. A hist?ria e o t?tulo fazem, obviamente, refer?ncia ao cl?ssico de Dostoi?vski. Mas o filme n?o se esgota em ser uma tentaiva de filmagem da obra-prima do escritor russo. O roteiro que levanta problemas ?ticos ? brilhantemente recheado das falas extempor?neas do professor de filosofia que ? objeto do document?rio feito pelo personagem de Allen.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=db4EFh1dQFM&feature=related]

O filme ?, sem d?vida, um componente daquela categoria dos que devem sem vistos, mesmo se voc? tenha preenchido a lacuna acima com alguma boa cr?tica.

Filmografia completa de Woody Allen

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A melhor cantada possível…

November 4th, 2007 | Comente | Postado em Aforismos, Filmes

“You know what you are? You’re God’s answer to Job, y’know? You would have ended all argument between them. I mean, He would have pointed to you and said, y’know, “I do a lot of terrible things, but I can still make one of these.” You know? And then Job would have said, “Eh. Yeah, well, you win.”

Isaac, Manhattan

Maravilhoso…







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Missão dada é missão cumprida

October 30th, 2007 | 3 Comentários | Postado em Filmes, Opinião

Então que eu assisti Tropa de Elite. E aqui a primeira ressalva dos milhares de “eventos” que a película originou: eu assisti no cinema. Sim, pois a versão “pirata” (ou genérica, para os politicamente (in)corretos) está tão ou mais divulgada que a edição final ou oficial a ponto de ter adiantado em uma semana a estréia nos cinemas.

Não vou comentar sobre a violência, a sanguinolência, a corrupção etc. Isso vocês leiam em qualquer revista ou jornal com “consciência social” (referência para quem assistiu o filme…). Além de dizer que o filme é muito bem feito, queria fazer um ou dois comentários sobre o já clássico filme.

É óbvio que as pessoas vibram no cinema, principalmente nas horas em que as já famigeradas “citações” são feitas (”Xerife, o senhor é um fanfarrão.” ou “Faca na caveira e nada na carteira”, e por aí vai…). Nos momentos de violência então, vai-se ao delírio. Mas uma coisa me chamou a atenção: embora 95% das pessoas não perceba e, salvo se eu estou muito enganado, uma boa parte da crítica que o filme veicula sobra pras classes média e alta. Exatamente a faixa de pessoas que pode pagar R$ 15,00 por cabeça para ver o filme nos cinemas… “Tropa de Elite” tem o mérito de colocar também em primeiro plano, a estrutura da práxis de certos grupos. É patente que um dos objetivos do filme é explicitar a relação entre o usuário de drogas e o tráfico.

Mas também é ululante o apontamento da hipocrisia das passeatas com todos de branco contra a violência dos traficantes, que assassinam um casal (a menina é filha de um grande empresário…); os mesmos que compram no C.A. da universidade, maconha trazida do morro por um dos estudantes. Ok, isso por si só já é bastante original.

Mas também assusta que quase a totalidade das pessoas sai falando da eficiência do BOPE e de como eles são úteis para a sociedade, e como o filme é “realista”, sem se darem conta de que o realismo não se dá apenas na descrição do par polícia/traficante, mas também diz algo sobre nós próprios, os espectadores. Nós que nos sentimos seguros e contentes por existir uma polícia que invade o morro com táticas de guerra e usa sacos plásticos para arrancar informações. Mas ninguém se pergunta se na Dinamarca existe um batalhão equivalente ao BOPE… Em qualquer lugar (sério) do mundo, o capitão Nascimento seria preso por tortura e o seu comportamento seria execrado pela sociedade. Mas por aqui, os mesmos que fumam seu “baseadinho” e continuam exercendo sua “consciência social” nas passeatas ou nas ONGs de fachada que acabam por servir de ponto de encontro, comitê – como mostra o filme – e ainda por cima, com o descaso em relação aos “atendidos” pela instituição (ou por que ninguém havia se dado conta de que o coitado do moleque tinha problemas de visão???), são os que legitimam os “capitães Nascimento”.

Ou é à toa que o filme termina com uma arma de calibre 12 apontada para a câmera (i.e., para o público), em zoom e por preciosos segundos?







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